Pensando inicialmente no meu futuro como mãe, o maior problema gritou: como serei exemplo para o meu filho se não tenho
uma alimentação decente (até então não comia legumes e verduras), se não pratico
exercícios (eu ficava ofegante com qualquer corrida mínima que realizava) e se
não mantenho minha saúde em dia (estava com minha taxa de colesterol em
299)?
E
todas essas questões começaram a me assombrar. Eu queria ser saudável, poder
escolher uma maçã ao ter que optar entre a fruta ou uma barra de chocolate.
Até os
meus 15 anos consegui conservar um corpo considerado dentro dos padrões de
normalidade (se é que esses tais padrões existem), mas depois, por ‘N’ motivos,
comecei a engordar e viver em luta contra a balança.
Já
utilizei diversos meios para tentar emagrecer: dietas malucas e radicais – da
sopa, da lua, da proteína – que começavam na segunda e muitas vezes terminavam
na sexta-feira - exercícios que eu começava e facilmente desistia, e até mesmo o
uso de substâncias controladas, como medicamentos inibidores de apetite.
Porém,
percebi que com o passar do tempo tudo isso não apresentava o resultado que eu
desejava e resolvi fazer diferente: percebi que eu precisava emagrecer de dentro
para fora. Resolvi então aliar minha formação
em psicologia a todos os cursos de especialização que fiz em PNL (Programação Neurolinguística) e Coaching (Pessoal e Profissional) e uni todos os
meus conhecimentos a meu favor.
Continua...

Nenhum comentário:
Postar um comentário